Arquivos Mensais: Julho 2012

Esculpir a música

“As músicas que o André Sardet compõe em vinte minutos estão para a música como as águias de gesso no portão de uma vivenda na Malveira estão para a escultura”. A frase é mesmo minha e vem no seguimento de … Continuar a ler

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O que é ser um povo?

Disseram do povo português que padece de uma congénita falta de sentido de si próprio, enquanto tal, enquanto povo. Acusaram-no de uma falta de noção do superior interesse do bem comum, sobre a mesquinhez do individualismo, de onde emanam defeitos … Continuar a ler

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Felicidade

A felicidade não é abstracta. Nem subjectiva. Nem nasce num divã feito de memórias e análises. A felicidade é tão real e concreta que também deve ser feita de bosões de Higgs alinhados em instantes em que tudo corre bem. … Continuar a ler

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Ferimento

Fere-me não saber nada do ano 10.000. Ou do ano -10.000. Fere-me a irrelevância do meu momento, do presente que me calhou, aleatoriamente, tão demasiado curto. Fere-me saber da minha irrelevância, conhecê-la tão bem, ao ponto de ser a única … Continuar a ler

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Calcanhar de Aquiles

Sorria sempre que lhe perguntavam qual era o seu “calcanhar de Aquiles”. Daquela vez, sorriu e languesceu o olhar sobre o topo de um céu encimado de nuvens, baixando-o lentamente sobre o fio de prumo do horizonte. Sentiu o interlocutor … Continuar a ler

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Bosão

Os cientistas, engenheiros na sua maioria, “acham que acharam” qualquer coisa. Pobres diabos. Na sua ingenuidade, pensam ter dado mais uma estocada no cadáver do obscurantismo, provado que “a ignorância é uma questão de tempo”, que a ciência avançará até … Continuar a ler

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